A PRAIA DA NAZARÉ

Praia_da_Nazare

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A Praia da Nazaré é um roteiro habitual do turista nacional e estrangeiro que ali encontra um local agradável para passear, descansar e apreciar as paisagens.

É daquelas praias onde apetece sempre voltar. É uma praia bonita, com um extenso areal de areia branca e um promontório imponente que causa sempre um certo deslumbramento a quem o vê pela primeira vez. É uma praia de gente simpática, comunicativa e acolhedora. As nazarenas mantêm o seu sotaque típico, com o seu ar matreiro que os forasteiros sempre apreciaram.

É uma praia com muitas esplanadas, restaurantes, artigos regionais e passeios largos. O Porto de Abrigo, enorme, considerado o melhor porto português para entradas e saídas de barcos, principalmente quando a ondulação é muito alta e forte. O Sítio da Nazaré, com visitas constantes, tem uma vista deslumbrante de toda a praia, local onde se tiram muitos milhares de fotografias. Por todas estas razões, a Nazaré tem, ao longo dos 52 fins-de-semana do ano, a marginal cheia de turistas que, nos meses de Verão se somam aos frequentadores de praia.

Durante o Verão, a Nazaré tem um movimento muito grande. Há dias, em Agosto, em que o número de turistas atinge perto de cem mil pessoas, número várias vezes superior aos seus quinze mil habitantes. O mar no Verão é agradável, as águas são limpas, as praias de areia branca são deliciosas, há um convívio saudável na praia, onde as crianças têm um espaço enorme para as suas correrias e brincadeiras. As praias são vigiadas por banheiros e, raramente, há situações perigosas.

À noite, é muito agradável passear pelos passeios da marginal, conversando e observando o corropio de gente diferente, alegre e bem disposta, ou assistindo aos eventos culturais que a Câmara Municipal organiza diariamente.

Quem vem à Nazaré, não deixa de lá voltar!

É uma praia conhecida em muitos cantos do mundo. A Nazaré sempre foi frequentada por turistas de muitas origens: franceses, belgas, holandeses, japoneses, americanos, canadianos, nórdicos, etc.. Durante o Outono e Inverno, há um turismo próprio, mais constituído por reformados de diferentes países. Ao fim-de-semana, em qualquer altura do ano, o passeio na marginal enche-se de forasteiros, para passearem tranquilamente, apreciando as belezas do mar e areal e respirarem ar puro retemperador.

A onda gigante surfada pelo americano Garrett McNamara só veio despertar ainda mais o interesse de curiosos em visitarem a Nazaré e o local onde ele a surfou. Os que não conheciam a Nazaré passaram a ter um bom pretexto para fazê-lo.

Vale a pena visitar a Nazaré. Não se arrependerá!

21 de Agosto de 2013 

José Vagos Carreira Matias 

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Sobre josematias

Licenciado em Engenharia Electrotécnica, ramo Energia e Potência, pelo
I.S.T., em 1977, cedo comecei a leccionar no Ensino Secundário, desde 1975
até à data.
A falta, então existente, de material didáctico para o apoio das aulas
teóricas e práticas da área de Electrotecnia/Electrónica, fez despertar a
necessidade de produzir textos de apoio para os alunos que, em colaboração
com o colega Ludgero Leote, permitiu que fossem publicados os livros
‘Automatismos Industriais – Comando e regulação’, ‘Sistemas de Protecção
Eléctrica’ e ‘Produção, Transporte e Distribuição de Energia’, em 1981/2/3. A
partir daí, nunca mais parei de escrever, o que para mim é um prazer! O colega
Leote, com outros interesses diversificados, desistiu de escrever para
publicação.
Escrevi ainda o livro Máquinas Eléctricas-Transformadores com o colega
José Rodrigues que, entretanto, se deslocou para o Portugal ‘profundo’ (um
abraço)!
Tive uma curta experiência como Orientador Pedagógico, à
Profissionalização, no Alentejo, muito interessante, mas que não foi suficiente
para deixar o contacto directo com o aluno, e com os livros, os quais saem
bastante enriquecidos com esse contacto permanente. Na verdade, é bem
verdadeiro o velho ditado “ao ensinar, aprende-se duas vezes”. É esta a
principal razão para continuar com o giz e o apagador, e não dentro de um
qualquer gabinete, apesar dos problemas actuais do nosso ensino. Se, cada um
de nós, dentro das suas possibilidades, características e competências, dermos
algo aos outros, sairemos todos mais enriquecidos!
O meu trabalho é fundamentalmente autodidacta, com muita pesquisa (nos
livros, na Internet, no laboratório real e, agora, no virtual). Apesar das
dificuldades do ensino, nunca desisti, e não vou desistir. Acredito que este
país irá saber dar a volta por cima ! Depende de cada um de nós!

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